Meu olhar

Uma relação com a criação
construída desde a infância.

Antes de conhecer o design, eu já me interessava por cor, papel, forma e construção. Pintura, origami, jogos e atividades manuais desenvolveram minha experimentação, lógica e atenção aos detalhes.

Arquivo de infância

Quatro experiências que
ainda aparecem no meu trabalho.

ExperimentaçãoPintura

Experimentação

Segurando godê em apresentação na pré-escola.

EstruturaOrigami

Estrutura

Fui ensinada a fazer origamis aos 4 anos de idade.

OrganizaçãoJogos educativos

Organização

Estímulo para trabalhar o cognitivo.

EquilíbrioManuais

Equilíbrio

Construção de pipas para crianças de rua.

Interesses

O que faço fora da tela
também ensina design.

Musculação

Constância

Resultado vem de repetição com método, não de esforço isolado. Vale para treino e para processo criativo.

Pintura em tela

Camada

Cor que só funciona depois da anterior secar. Ensina a respeitar etapa e a não resolver tudo de uma vez.

Crochê

Padrão

Um ponto repetido vira estrutura. É exatamente assim que um sistema visual se sustenta.

Lego

Modularidade

Peças simples, combinações infinitas. A mesma lógica de um design system que precisa crescer.

Bagagem cultural

Viajar ampliou meu
vocabulário visual.

Viajar transformou minha forma de perceber cidades, imagens e comportamentos. Ao revisitar essas experiências, reconheço como meu olhar se tornou mais atento e independente.

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Ainda sobre o olhar em movimento · Brasil

Um território, diferentes formas de observar.

A origem da DICE

Toda essa bagagem encontrou
uma linguagem própria.

Diana Centurion

DI, de Diana. CE, de Centurion.

Antes de ser marca, foi assinatura. Depois, virou linguagem.

Curiosamente, dice também carrega a ideia de acaso, possibilidade, combinação. Mas design, para mim, acontece justamente no movimento contrário: começa com muitas possibilidades e termina com uma decisão.

01

Não foi uma troca de nome

Eu não deixei de ser Diana para virar DICE. A DICE apareceu quando percebi que meu trabalho já tinha um jeito próprio de existir: observar, organizar, questionar, eliminar e conectar.

O que antes era intuição começou a ganhar método. O que era uma peça começou a fazer parte de um sistema. E o que era uma assinatura começou a se comportar como marca.

Diana é quem olha.
DICE é como esse olhar ganha forma.

02

Quando um projeto vira DICE?

  • A cor responde ao posicionamento.
  • A tipografia encontra uma voz.
  • A composição cria hierarquia.
  • A imagem constrói percepção.

Nada precisa existir sozinho. Uma marca não é uma coleção de peças bonitas. É uma sequência de decisões que parecem pertencer ao mesmo universo.

DICE transforma escolhas em linguagem.
E linguagem em sistema.

03

Antes de desenhar

Se a DICE estivesse em uma reunião, provavelmente não seria a primeira a falar. Ela ouviria: as referências, as vontades, os problemas, as contradições.

E, antes de abrir qualquer ferramenta, faria uma pergunta.

Não “qual cor você prefere?”
Não “qual referência você gostou mais?”

O que isso precisa comunicar?

Porque estética sem intenção pode chamar atenção. Mas dificilmente constrói significado.

04

Design como decisão

Existe sempre mais de um caminho possível. Mais de uma cor, mais de uma imagem, mais de uma composição, mais de uma resposta.

O trabalho não está em encontrar todas. Está em entender qual delas faz sentido.

Possibilidade no começo.
Decisão no final.

O que quero construir agora

Quero levar esse olhar para
novos projetos e equipes.

Quero integrar um time colaborativo. Levo curiosidade, organização e atenção aos detalhes para construir marcas e experiências consistentes.